terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Governo estuda programa para trocar cerca de 10 milhões de refrigeradores até 2019

A esfera federal do governo brasileiro está estudando um programa para viabilizar a troca de cerca de dez milhões de refrigeradores até 2019. O estudo sobre o custo do programa terá início no mês de março.

O foco principal é acabar com as geladeiras produzidas antes de 2001, que utilizam gases clorofluorcarbonetos (CFCs) - potenciais causadores do efeito estufa e prejudiciais à camada de ozônio.

Os gases CFCs estão presentes em aparelhos de ar-condicionado e refrigeradores das linhas doméstica, comercial e automotiva. Para termos uma noção, entre 2001 a 2004, no Brasil, os vazamentos dos sistemas de refrigeração atingiram a emissão de 8 mil toneladas/ano, ao passo que o limite máximo autorizado era de 10 mil toneladas. Devido aos esforços tecnológicos e à conscientização dos órgãos governamentais e de toda a sociedade, a estimativa hoje é que o nível de emissão dos gases CFCs esteja bem abaixo do limite autorizado.

Para facilitar a troca das geladeiras pela população, deverá ser destinado financiamentos a custos aceitáveis. Uma das maneiras para esse financiamento virá do Fundo de Eficiência Energética que receberá 0,5% da receita da conta de luz. Outras medidas como a redução de juros para a compra de eletrodomésticos e recursos de empréstimo do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal também poderão ser viabilizadas.

Estima-se que, com a adoção dessa mudança, as contas de energia elétrica reduzam significamente. Com a utilização de novas geladeiras, estima-se que haverá uma economia de cerca de R$ 100,00 por ano no consumo individual das famílias.

Ainda é intenção do governo que as geladeiras descartadas sejam enviadas para reciclagem ou reaproveitamento de matéria-prima. Caso estas não sejam aproveitadas, seriam destinadas para locais onde sua destruição não causará nenhum dano ao meio ambiente.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Contratação de projetos de eficiência energética

O Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Tecnologia (CNPq) lançou em 2008 um Edital para contratação de projetos com o objetivo de investigar o potencial das algas para finalidade energética.
Existem várias empresas no mundo estudando as algas com o objetivo de produzir combustíveis.
Estudos científicos brasileiros identificaram a enorme possibilidade de utilização de algas em nosso litoral com características desejáveis para a produção de combustíveis.
A adoção do Edital pela CNPq demonstra o interesse do governo em alavancar empresas e soluções para a produção de biocombustível.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

HP e Intel anunciam iniciativas contra aquecimento global

Medidas envolvem a redução no consumo de energia dos processadores e a reciclagem dos cartuchos de tinta e dos equipamentos de tecnologia.

Por Computerworld/Filipinas
01 de dezembro de 2008 - 10h31

A Intel e a HP informaram que estão tomando medidas para reduzir o impacto que suas atividades causam no meio ambiente. O anúncio foi feito durante a conferência Greenergy (de "energia verde", ou "energia ecológica), realizada nas Filipinas, na última semana.

O diretor-executivo da Intel para as Filipinas, Ricky Banaag, disse que a empresa está trabalhando para diminuir o impacto ambiental de suas operações por meio de várias iniciativas, como a produção de lixo sólido e a redução das embalagens de seus produtos numa margem que pode chegar a até 40%.

A companhia também pretende reduzir a emissão de gases responsáveis pelo efeito estufa e promete reduzir o consumo de energia de seus processadores em 5% ao ano, até 2012. Daqui a quatro anos, a empresa pretende ter diminuído a geração de lixo tóxico por chip em 10%. Outras propostas anunciadas incluem diminuir a quantidade de água usada para produzir os chips e reciclar 80% do lixo químico produzido anualmente.

Segundo a companhia, outra forma de colaborar com o ambiente é criar produtos livres de materiais poluentes. É o caso da nova linha de processadores da Intel, que não usa chumbo nem halogênio em sua fabricação.

A HP, por sua vez, disse que abandonou o uso de monitores de tubos e, no lugar, adotou monitores de cristal líquido. As embalagens dos cartuchos de jato de tinta também serão reformuladas e a empresa está investindo em pesquisas para fazer com que suas impressoras e processadores consumam menos energia.

David Tang, diretor-executivo da HP nas Filipinas, disse que a HP vai continuar mantendo iniciativas ecologicamente corretas e vai reduzir a energia usada em seus produtos e operações em 25% até 2010. A empresa tem ainda um programa para recuperar toneladas de equipamentos de impressão e computação até 2010.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Manual de Etiqueta Sustentável

O Portal Planeta Sustentável postou um manual sobre etiquetas sustentáveis contendo 50 dicas para cada área da vida (na rua, no trabalho, em casa e na vida pessoal). Clique aqui e conheça mais.

Destaco alguns procedimentos que podem ser utilizados no trabalho e que poderão ter como resultado um grande benefício para a população.


- "Quando precisar dos serviços de um portador prefira chamar um bikeboy, em vez de um motoboy. Além de mais barato, ele entrega seus documentos com maior rapidez. O que é melhor: sem poluir o ar nem provocar engarrafamentos";


- "Imprima somente o que for mesmo necessário e procure aproveitar os dois lados da folha de papel. Tá certo, essa é uma daquelas dicas que você conhece bem. Mas a está colocando em prática? "; e


- "Já reparou na quantidade de copos de plástico jogados no lixo no fim do expediente? Mude isso: traga de casa sua própria caneca ou uma garrafinha para água. Você ditará moda entre os colegas."


Quantas empresas ou órgãos do governo você conhece que não aplica o mínimo desses conceitos?

Alguns já devem conhecer os serviços prestados pela empresa Bike Express aos clientes do shopping Rio Design Leblon. Essa é uma opção que alia a comodidade dos clientes que vão ao shopping à pé à contribuição para um ambiente menos poluido.

Quais as ações que você pode, a partir de hoje, a adotar?

Vamos conversar. Poderei colaborar com essa sua mudança



quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Empresas em parques tecnológicos de SP terão incentivo fiscal

Governo do Estado cria programa que permitirá a negócios inovadores utilizar créditos acumulados do ICMS para pagar bens e mercadorias.

Por Fabiana Monte, do COMPUTERWORLD

16 de janeiro de 2009 - 15h42

O governo de São Paulo criou um programa de incentivos fiscais para empresas inovadoras que se instalarem em parques tecnológicos que compõem o SPTec (Sistema Paulista de Parques Tecnológicos).

As companhias poderão utilizar os créditos acumulados do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) até 30/11/2010 para pagar o ICMS relativo à importação de bens ou de mercadorias aquiridos para serem utilizados nos parques - inclusive energia elétrica.

De acordo o governo do Estado, empresa inovadora é "aquela cuja atividade introduz novidade ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo ou social, resultando em novos processos, produtos ou serviços, bem como em ganho de qualidade ou produtividade, com vistas a ampliar a competitividade no mercado".

A iniciativa é parte do Pró-Parques (Programa de Apoio aos Parques Tecnológicos) e para se beneficiar, as empresas terão de investir a partir de 500 mil reais, além de ter saldo credor de ICMS de pelo menos 100 mil reais. Outra exigência é que 50% do valor total dos bens e mercadorias comprados por elas deverão ser de fabricantes paulistas.

Existem seis parques tecnológicos pré-credenciados no SPTec (Sistema Paulista de Parques Tecnológicos): São José dos Campos, Sorocaba, São Carlos (ParqTec), São José do Rio Preto, Campinas (Pólo de Pesquisa e Inovação da Unicamp) e Piracicaba.

O decreto do governador José Serra foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo no dia 16/12/08 e já está em vigor.

Segundo o governo do Estado, além do programa de incentivos fiscais, a secretaria de desenvolvimento firmou convênios, no valor total de 16,2 milhões de reais, para construir laboratórios e incubadoras de empresas e estudos nos parques tecnológicos. Planeja-se também construir dois parques tecnológicos na capital paulista - um na zona oeste e outro na zona leste da cidade.

Os convênios firmados são:

Com a prefeitura de Piracicaba: Construção de um prédio de 4 mil metros quadrados, que abrigará incubadora de empresas e laboratórios. O projeto deverá ser executado em 12 meses e o acordo envolve 6,1 milhões de reais.

Com a prefeitura de São José dos Campos: Adequação de imóvel, no qual será instalado o Laboratório de Estruturas Leves do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), da Secretaria de Desenvolvimento. A previsão é que o projeto seja executado em 10 meses e o valor do convênio é de 2,5 milhões de reais.

Com a prefeitura de Sorocaba: Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental do Parque, que será feito em 10 meses. O valor é 141,3 mil reais.

Com a Fundação Parque Tecnológico de São Carlos: Obras complementares para o funcionamento do ParqTec. O prazo de execução é de 7 meses e o valor do convênio é 1,1 milhão de reais.

Com a Universidade de Campinas: Construção do prédio que abrigará uma incubadora de empresas e a realização dos projetos Urbanístico e Executivo e de Ciência, Tecnologia e Inovação do Polo de Pesquisa e Inovação da Unicamp. Para concluir as três etapas, serão necessários 24 meses. O valor total do convênio é de 6,2 milhões de reais.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Repensar, reduzir, reutilizar, reparar e reciclar são ações que podem ser adotadas pelos gestores governamentais e propagados pela sociedade

Segundo Felipe Zmoginski, de INFO Online, 27 de janeiro de 2009-01-28:

"Novas tecnologias prometem transformar residências e prédios comerciais em pequenas usinas elétricas, capazes de produzir quase tudo o que consomem.

A produção de energia para sustentar casas cada vez mais automatizadas e fábricas funcionando a todo vapor é um enorme desafio para as sociedades contemporâneas e quase sempre pivô de controvérsias sobre o impacto ambiental de cada matriz energética.

Comprar um gerador a diesel e instalá-lo no quintal para garantir luz mesmo quando o pior vendaval atingir sua cidade, por exemplo, é uma forma de produzir energia localmente. Mas esta não é lá uma atitude muito ecológica.

Se termoelétricas liberam grandes quantidades de dióxido de carbono e hidroelétricas criam cicatrizes em paisagens naturais, causando enormes alagamentos, restam opções baseadas em fenômenos naturais, como o aproveitamento do Sol, dos ventos e até do movimento das ondas para gerar eletricidade.

Uma empresa americana apresentou um conjunto de hélice e gerador que pode ser instalado no alto de residências. Em tese, é possível instalar vários deles num mesmo telhado, a fim de aumentar seu potencial de gerar eletricidade.

A Cascade Engineering vende o sistema e o instala por um custo de US$ 10 mil.
O custo ainda é elevado, mas se a ideia se massificar poderia cair abruptamente.De acordo com a Cascade, um sistema de anéis faz o vento incidir de forma a não gerar ruídos elevados ou trepidações.

A energia gerada pelo sistema pode ser usada para aquecer a casa no inverno, esquentar água ou simplesmente alimentar os eletrônicos da residência.Outra forma de transformar seu lar numa usina de energia limpa é instalar painéis solares no telhado. Na cidade de São Paulo, isto é obrigação conforme uma lei municipal de 2007.

A regra obriga prédios comerciais e condomínios novos a colocar painéis solares em suas coberturas. O cuidado ecológico visa garantir que parte da energia consumida por estas edificações seja gerada por ela mesma.Se residências e prédios comerciais conseguirem equacionar seu consumo de energia, as usinas precisariam focar esforços para atender fábricas e iluminação pública, uma economia e tanto."
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O que me anima é que graças a mecanismos de pesquisa e desenvolvimento como este, cada vez mais buscando alternativas sustentáveis para a sociedade, que serão capazes de proporcionar uma melhor qualidade de vida das pessoas e principalmente do planeta.

O governo britânico desde 2007 vem desenvolvendo ações para promover a geração doméstica de eletricidade por meio de energia solar ou eólica, e dessa forma permitir aos proprietários de imóveis atuarem na luta contra o aquecimento global.

Acrescentando um comentário que li do portal Carbono Brasil,
“a riqueza de recursos naturais no Brasil pode fazer do país um grande exportador de painéis solares. É o que acredita Hamilton Moss, do Centro de Pesquisas em Energia Elétrica (Cepel). Segundo ele, o grande gargalo da indústria de painéis solares atualmente é o fornecimento de silício, matéria-prima utilizada na fabricação das placas. “O Brasil é o maior produtor mundial de silício; o país tem chances de ser um grande exportador de painéis”, acredita Moss.”

Com o tempo, mais e mais pessoas irão se conscientizar de sua importância no teatro denominado planeta. Não somos meros atores coadjuvantes. Somos os atores principais, somos a esperança de quebra de um paradigma, “somos quem podemos ser” na busca de dias melhores.

Sua casa vai virar uma usina elétrica

Felipe Zmoginski, de INFO Online , 27 de janeiro de 2009


fonte:http://info.abril.com.br/ti-verde/sua-casa-vai-virar-uma-usina-e.shtml


Novas tecnologias prometem transformar residências e prédios comerciais em pequenas usinas elétricas, capazes de produzir quase tudo o que consomem.


A produção de energia para sustentar casas cada vez mais automatizadas e fábricas funcionando a todo vapor é um enorme desafio para as sociedades contemporâneas e quase sempre pivô de controvérsias sobre o impacto ambiental de cada matriz energética.


Comprar um gerador a diesel e instalá-lo no quintal para garantir luz mesmo quando o pior vendaval atingir sua cidade, por exemplo, é uma forma de produzir energia localmente. Mas esta não é lá uma atitude muito ecológica.


Se termoelétricas liberam grandes quantidades de dióxido de carbono e hidroelétricas criam cicatrizes em paisagens naturais, causando enormes alagamentos, restam opções baseadas em fenômenos naturais, como o aproveitamento do Sol, dos ventos e até do movimento das ondas para gerar eletricidade.


Uma empresa americana apresentou um conjunto de hélice e gerador que pode ser instalado no alto de residências. Em tese, é possível instalar vários deles num mesmo telhado, a fim de aumentar seu potencial de gerar eletricidade.

A Cascade Engineering vende o sistema e o instala por um custo de US$ 10 mil. O custo ainda é elevado, mas se a ideia se massificar poderia cair abruptamente.


De acordo com a Cascade, um sistema de anéis faz o vento incidir de forma a não gerar ruídos elevados ou trepidações. A energia gerada pelo sistema pode ser usada para aquecer a casa no inverno, esquentar água ou simplesmente alimentar os eletrônicos da residência.


Outra forma de transformar seu lar numa usina de energia limpa é instalar painéis solares no telhado. Na cidade de São Paulo, isto é obrigação conforme uma lei municipal de 2007


A regra obriga prédios comerciais e condomínios novos a colocar painéis solares em suas coberturas. O cuidado ecológico visa garantir que parte da energia consumida por estas edificações seja gerada por ela mesma.


Se residências e prédios comerciais conseguirem equacionar seu consumo de energia, as usinas precisariam focar esforços para atender fábricas e iluminação pública, uma economia e tanto.