domingo, 1 de novembro de 2009

Empresa desenvolve linha de painéis solares flexíveis e portáteis


Empresa lança uma linha de painéis solares mais finos, leves e flexíveis, capazes de se adaptar a diversos tipos de construção.
Leiam: http://colunas.epocanegocios.globo.com/empresaverde

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Eleições 2010

Veja abaixo o ranking das pesquisas realizadas no Google sobre Eleições 2010 nos últimos 12 meses.
O assunto relacionado que mais chamou a atenção das pesquisas foi "Web pode redefinir eleições 2010, diz estrategista de Obama".
O uso de ferramentas da internet como comunidades virtuais, blogs e microblogs (twitter) entre outras pode redefinir "o formato das próximas eleições" no Brasil. (http://www.jcorreio.com.br/noticiadetalhes.php?id=2257)


sábado, 10 de outubro de 2009

Cidades Digitais

os benefícios de ser uma Cidade Digital:

* Governo:

Modernização da administração pública, com a integração, via computador, de todas as entidades diretas e indiretas; integração das estruturas tributária, financeira e administrativa; aumento da arrecadação tributária; melhoria da fiscalização; acesso mais imediato às informações e serviços; comunicação via VoIP (Voz sobre o protocolo de Internet).

* Cidadania:

Instalação de telecentros a custos reduzidos; disseminação de terminais para consultas e reclamações por parte dos cidadãos; acesso à Internet para os cidadãos, produção de conhecimento

* Educação:

Integração das escolas a outras instituições de pesquisa e ensino; laboratórios de informática; acesso a acervos de livros e documentos históricos; capacitação dos professores.

* Saúde:

Gestão integrada dos centros de assistência à saúde; interligação com serviços de emergência como o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil; uso de novas tecnologias, tais como videoconferência e telemedicina.

* Segurança:

Interligação via computadores de órgãos como as polícias Civil e Militar e o Corpo de Bombeiros; instalação de câmeras de vigilância via Internet em pontos mais vulneráveis da cidade.

*Economia:

Acesso à Internet sem fio para pequenos empresários; comunicação mais barata com entidades de classe ou empresários de outra cidade/região através da Internet ou da telefonia VoIP; incentivo ao turismo.


Fonte: Guia das Cidades Digitais.

FOMENTO E PROMOÇÃO DA PRODUÇÃO ASSOCIADA AO TURISMO - PROGRAMAÇÃO

Continuam abertas as inscrições para as Entidades Privadas sem fins lucrativos, Administração Pública Municipal, Administração Pública Estadual ou do Distrito Federal apresentarem propostas de projetos ao programa "FOMENTO E PROMOÇÃO DA PRODUÇÃO ASSOCIADA AO TURISMO - PROGRAMAÇÃO".
O programa visa promover a produção local que tem atributos naturais e/ou culturais dos setores artesanal, industrial e agropecuário a fim de agregar valor a oferta turística e incrementar o diferencial competitivo das regiões turísticas brasileira. São apoiados projetos para melhoria da qualidade, o associativismo e o desenvolvimento de produtos e de fornecedores voltados aos empreendimentos turísticos visando à ampliação das alternativas de emprego e renda.
Cito como exemplo o Projeto Cidades Históricas de Minas Gerais.
O Projeto objetiva desenvolver uma rede de integração dos produtos associados aos serviços e equipamentos turísticos qualificados de 25 Cidades Históricas de Minas Gerais (Atividades, Produtos e Roteiros das Cidades Históricas de Minas Gerais).

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Precisamos de polítcas públicas.

Nos últimos anos, a quantidade de pessoas acima de 60 anos vem crescendo aceleradamente. Isto significa que nosso país encontra-se em processo de envelhecimento populacional. As cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo possuem uma parcela significativa de idosos.
É importante sabermos disso e buscarmos soluções adequadas para aqueles que, durante mais de meio século, literalmente, deram seu suor pelos mais jovens.
Pesquisas indicam que a convivência de idosos com seus familiares é de grande importância na sua rotina. Traz alegria e esperança de viver mais. Será que as famílias estão preparadas para a convivência de mais de uma geração dentro de seus lares?
A pergunta é bastante oportuna. Vejo, em minhas andanças, idosos largados, desculpe o termo, mas realmente eles estão largados. Sem um familiar para dar apoio; para dar segurança no momento mais crucial de sua vida.
Festejo quando encontro um senhor de mais de 80 anos com serenidade e vontade de viver. Ele é meu espelho. Tento, agora, nos meus quarenta e alguns anos, me enquadrar numa vida saudável para que no futuro esteja convivendo com aqueles que amo.
Meus temas são voltados para políticas públicas, tenho que voltar a uma realidade. Será que nossos governantes estão conseguindo implantar políticas públicas voltadas ao bem estar de senhoras e senhores enquadrados na Terceira Idade?
O governo disponibiliza diversos projetos para a Terceira Idade. Basta procurar os projetos nos Ministérios. A questão é que nem todos possuem esse conhecimento ou não sabem como utilizar com eficiência os recursos provenientes destes projetos.
Recentemente conheci uma instituição destinada à melhoria da qualidade dos idosos que, apesar da falta de recursos financeiros, vi e constatei o esforço e a determinação das pessoas que, alocando seu tempo de maneira produtiva, conseguem oferecer bons momentos àqueles que nada possuem. São serviços simples, mas feitos de coração e dedicação, que trazem resultados insuperáveis. As aulas de dança estão sempre repletas . É bonito ver aquele casal, em seus setenta e muitos anos, rodopiar no meio do salão.... sorrir.... viver. Aquela conversa amiga, um papo casual com outras pessoas, o assunto nem sempre importa, o que interessa é não ficar sozinho em casa. E aquela viagem a outra cidade. Parece coisa de outro mundo. Eles esquecem os ombros pesados de tantos anos de labuta; as dores amenizam com o sabor da aventura. Tornam-se crianças. Elas estão vivas.
Quero ser assim. Procuremos a felicidade que está à nossa volta. Não pode haver desânimo.
Engajei em algumas batalhas. Venci e perdi algumas lutas. Mas não sairei derrotado dessa guerra, não enquanto houver esperança.
Assim, com toda a minha criticidade e meu esforço procurarei vozes e mentes que oportunizem melhores condições de vida, não só para quem desafia o tempo e continua conosco, mas para quem quer chegar onde somente deuses chegaram...... a plenitude da vida.
Contem comigo
Rodrigues, PGP

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Estamos preparados para 2010

Estamos assistindo seriados cujo roteiro trata sobre a malversação de verbas públicas. É um verdadeiro tiroteio para todos os lados. E no meio desse tumulto, no fervor da batalha, clama-se por uma reforma política.
Várias eleições já se passaram e a próxima, em 2010, bate à nossa porta. Você está em condições de dar o sinal verde para seu representante?
Primeiro quero citar um trecho do livro “As 48 Leis do Poder”, de E Robert Greene e Joost Elffers:
“No mundo há muitos tipos diferentes de pessoas, e você não pode esperar que todas reajam da mesma forma às suas estratégias. Engane ou passe a perna em certas pessoas e elas vão passar o resto da vida procurando se vingar de você. ..”
Segundo a tipologia discutida no livro, são cinco tipos mais perigosos e difíceis: o homem arrogante e orgulhoso; o homem irremediavelmente inseguro; o desconfiado; a serpente de longa memória; e o homem simples, despretensioso, com frequência pouco inteligente.
Bem, o que pretendo abordar é: você lembra para quem depositou sua confiança nas últimas eleições? Para quem foi seu voto? Você acompanhou a trajetória de seu eleito nos últimos anos? Ele agiu conforme você esperava? Você o admirava? E agora?
Você está preparado para 2010?
Há momentos, como todo eleitor sabe ou deveria saber, em que o seu voto vale mais do que mil palavras. Não importa a propaganda que foi conduzida por um partido ou por outro. O que importa é o voto. Esse é o momento em que depositamos toda a nossa esperança e confiança na pessoa que irá nos representar no governo. Porém, nem sempre o eleitor tem essa consciência (apesar de que atualmente isto esteja mudando) e seu voto é mais um em milhares e milhões de votos desperdiçados. Porque? Por que, às vezes, ele não acompanha e não conhece o candidato em que vai votar; não sabe o que ele já fez por sua região ou seu país; não sabe qual a plataforma de trabalho e muito mais.
Vejamos, transportando esse raciocínio para nosso dia-a-dia, será que temos consciência das ações executadas pelo candidato eleito, durante o último mandato, que afetaram nosso modo de viver. Pense e reflita.!
Fica claro então que não apenas não estamos tão preparados como pensamos para 2010, principalmente porque no momento em que votamos nos afastamos de nosso candidato e somente nos preocuparemos outra vez quando for a hora de votar, mas também agravado pelo turbilhão de notícias negativas o eleitor fica sem saber o que fazer. Face ao rumo que tomou o atual debate sobre atos secretos, desvios de verbas públicas, licitações arrumadas, mensalão, mensalinho, CPI e tantos outros, a expressão “política” parece ter ficado arranhada; parece não ter mais credibilidade.
Contudo, em que pese os últimos acontecimentos noticiados, é necessário uma mudança de mentalidade para não contribuirmos com uma paralisia do país. Novamente aqui se deve atribuir o fracasso de políticas públicas àqueles em que votamos e que não honraram com o compromisso da eleição.
Se as observações acima estiverem corretas, chegamos à conclusão que: a decisão de eleger nosso candidato precisa ser planejada, precisa ser bastante examinada e que seja “a decisão” e não apenas uma votação.
Sei que essa discussão não esgota o dilema que é saber em quem votar. De fato, para a melhor decisão precisamos da ampliação da participação da população dentro do contexto político da nação. E como isso é alcançado? A situação atual exige a formulação de novas premissas. Primeiro, o eleitor deve verificar se o seu candidato realizou o que prometeu. Segundo saber quais as atividades que seu candidato eleito está fazendo. Por último, e o que considero de suma importância, ler e se informar. Nem todos os agentes públicos estão enfurnados nesse emaranhado de podridão.
Diante desse breve diagnóstico, reflito sobre políticas públicas. Sob o aspecto de crescimento econômico vejo com bons olhos o esforço que está sendo feito; contudo paradoxalmente, o ritmo de emprego e de melhorias sociais ainda não alcançou patamares considerados satisfatórios.
Estamos chegando ao final de 2009. Daqui a pouco o país virará um grande palanque eleitoral com milhares de candidatos aparecendo nos horários políticos da televisão e do rádio apresentando suas propostas e pedindo o seu voto.
Lembre-se seu voto é muito importante, não somente para o político, mas para você, para sua família, para sua comunidade, para seu município, para seu estado e para seu país.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Lei do lixo eletrônico de SP é aprovada com vetos

quarta-feira, 8 de julho de 2009, 11h35 - TI Inside

A lei do lixo eletrônico, que estabelece normas e procedimentos para a reciclagem, gerenciamento e destinação final de lixo tecnológico, foi aprovada pelo governador de São Paulo, José Serra, com quatro vetos. A lei aprovada, e também os vetos, foram publicados no Diário Oficial do Estado na terça-feira, 7.

A sanção foi um atendimento a representações da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). Os artigos vetados por Serra foram o 6º, 7º, 9º e 10º. Um deles, o artigo 6º, que dava competência ao Poder Executivo para estabelecer, no prazo de 180 dias, normas para o controle de quantidade de produtos e componentes do lixo eletrônico. Ele foi vetado porque, segundo o governo de São Paulo, era inconstitucional.

De acordo com o documento, fixar ao Poder Legislativo prazo para a prática de determinado ato pelo Poder Executivo, viola o princípio constitucional da separação dos poderes.

Já em relação ao artigo 7º, que estabelecia penalidades em caso de descumprimento da lei, segundo o governo do estado, importa destacar que, embora a competência para legislar sobre produção e consumo seja concorrente, as unidades federadas devem observar as normas gerais editadas pela União. Este também foi tido como inconstitucional.