quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Governo brasileiro economiza R$ 30 milhões com uso software livre

terça-feira, 9 de dezembro de 2008, 11h38 - TI Inside

O governo federal economizou R$ 30 milhões neste ano com não pagamento de licenças devido ao uso de softwares livres. "Podemos afirmar isso sem medo de errar. Só com correio eletrônico, foram R$ 10 milhões de economia. Com banco de dados, mais R$ 15 milhões poupados", afirmou Marcos Mazoni, presidente do Serpro, que processa os principais programas de informática do governo e a arrecadação da Receita Federal, nesta segunda-feira, 8, no Free Software – Congresso Internacional de Software Livre para o Setor Público, que acontece até esta terça-feira, 9, no Rio de Janeiro.

Segundo Mazoni, nas casas lotéricas, onde softwares livres foram instalados desde 2007, se for considerado que a licença para cada máquina custaria cerca de R$ 1 mil por ano, a Caixa Econômica obteve R$ 24 milhões de economia entre o ano passado e este ano. "Como a cada ano a renovação de licenças custaria a mesma coisa, essa será uma economia anual", completou.

Para conhecer melhor a situação na prática, o Serpro está coordenando um levantamento sobre a utilização de software livre nos órgãos federais. Prevista inicialmente para ser concluída no fim de novembro, a finalização da pesquisa foi adiada em cerca de três semanas para que houvesse tempo de todos os órgãos enviarem informações completas. "Até o fim do ano teremos os dados fechados", afirma Mazoni, lembrando que os dados anteriores são de dois anos atrás e, por isso, defasados.

Em 2003, o presidente Luís Inácio Lula da Silva estabeleceu a diretriz de adoção de softwares livres no governo sempre que possível. E a concretização dessa diretriz vem sendo conduzida pelo Comitê de Implantação do Software Livre no Governo Federal, coordenado por Mazoni.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

BH inaugura Centro de Recondicionamento de Computadores nesta quinta

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008, 19h37- TI Inside

A Prefeitura de Belo Horizonte inaugura nesta quinta-feira, 4, o Centro de Recondicionamento de Computadores (CRC). A solenidade será aberta pelo secretário-adjunto da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI), do Ministério do Planejamento, Rodrigo Assumpção, e terá a presença do vice-prefeito da capital mineira, Ronaldo Vasconcelos, e da diretora de Inclusão Digital da Prodabel, Silvana Veloso, entre outras autoridades.

Em funcionamento desde abril deste ano, o CRC de Belo Horizonte já recuperou 1.295 computadores dos 5.373 doados ao projeto por empresas privadas e órgãos públicos. O objetivo dos CRCs é ensinar aos jovens a consertar, testar, limpar, configurar e embalar microcomputadores. As máquinas recuperadas foram entregues a 26 projetos de inclusão digital selecionados pela coordenação nacional do Projeto CI.

O Centro de Recondicionamento está instalado no Bairro Ipiranga, em um prédio de 897 metros quadrados. Nesse local funcionava até então a Oficina de Reciclagem Digital, um projeto da Prefeitura de Belo Horizonte em parceria com a Associação Municipal de Assistência Social (Amas). Para a implantação do CRC, o Ministério do Planejamento repassou R$ 460 mil à Prodabel, órgão da Prefeitura de Belo Horizonte.

Segundo o secretário adjunto da SLTI, Rodrigo Assumpção, a instalação de um Centro de Recondicionamento na cidade representa mais um passo na consolidação da rede do projeto Computadores para Inclusão. “Era muito importante termos um CRC em Belo Horizonte que conta com uma concentração de equipamentos bastante elevada e a parceria com a Prodabel, que já desenvolviam ações semelhantes, possibilitou uma integração muito rápida ao projeto”, salientou.

O CRC integra o Projeto Computadores para Inclusão (Projeto CI) coordenado pelo SLTI, que estabelece parcerias locais para a implantação e manutenção das unidades de recondicionamento em periferias das grandes cidades. Outros centros estão em funcionamento em Porto Alegre, Guarulhos e na cidade-satélite do Gama (DF).

O Projeto Computadores para Inclusão consiste numa rede nacional de reaproveitamento de equipamentos de informática, formação profissional e inclusão digital. Equipamentos descartados por órgãos do governo, empresas e pessoas físicas são recuperados nesses centros e doados a telecentros, escolas e bibliotecas de todo o país.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Desafios em busca de um algo a mais

Hoje vivemos desafios em busca de um algo a mais. Para nossos governantes esses desafios encontram-se na erradicação do analfabetismo, na melhoria da qualidade de educação, na redução dos impactos ambientais, dos conflitos sociais e da violência, na redução da pobreza e da miséria, dentre outras.

tal, dos conflitos sociais e da violência, na redução da pobreza, da miséria e da exclusão, dentre outras.

As intervenções políticas para enfrentar esses desafios devem ter em conta a diversidade de nossa população e a dimensão de nosso país.

Grande parcela da população brasileira reside em localidades sem as mínimas condições para oferecer uma boa qualidade de vida ao cidadão. Questões de falta de acesso a saneamento, de poluição de lagoas e rios, de excesso de lixo sem tratamento, de elevado número de doenças e de mortalidade infantil devido à falta de higiene agravarão a situação das cidades. Os recursos financeiros públicos aplicados na reparação e no combate desses problemas são muito superiores aos recursos que podem ser segregados para a prevenção. A prevenção se faz por meio de políticas públicas sustentáveis, coerentes e eficazes, de modo a atender o anseio da sociedade.

Acredito que a sustentabilidade ambiental deveria fazer parte de todas as políticas públicas. Se formos analisar friamente, a maioria das leis, diretrizes e outras normas geram ações interferem no meio ambiente.

Por exemplo, uma política pública para erradicar a extrema pobreza e a fome, um dos objetivos do milênio da ONU, tem plena correlação com o meio ambiente. O homem precisa de alimento para sobreviver e para combater a fome o governo tem que intensificar projetos direcionados a agricultura, pecuária e pesca. Contudo, uma pesca indiscriminada ou a “queimada” para beneficiar as lavouras causam severos impactos ambientais. A má gestão da água é outro tema que precisa ser combatido. O difícil acesso das comunidades carentes a água enfraquece as perspectivas de vida de qualquer cidadão. O que mais faltará? – pensará ele.

Os ecossistemas e os recursos naturais que já são limitados tornam-se cada vez mais reduzidos impossibilitando o seu uso pelas futuras gerações. Não se pode deixar, pela tese de combater a fome, que uma comunidade destrua uma floresta e todo o seu ecossistema. Ao contrário, os governos federais, estaduais e municipais deveriam prover serviços ambientais que orientem a população das comunidades carentes e transformá-los em multiplicadores do conhecimento e da prática do desenvolvimento sustentável.

A melhor esperança é atuarmos junto aos governantes de modo a que sejam estabelecidas prioridades no combate aos desafios que nos cercam e que sejam intensificadas políticas públicas sustentáveis de forma a assegurar o bem estar da população.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Projeto de Lei que altera a Lei de Licitações

Em tramitação no Senado Federal um Projeto de Lei que altera a Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, proposta pelo Senador GERSON CAMATA

Algumas das proposições:

Art. 2º A Seção III do Capítulo I da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 12-A:

Art. 12-A. Sem prejuízo de outros requisitos previstos nesta Lei, toda madeira utilizada em obras e serviços financiados com recursos públicos deverá ser comprovadamente oriunda de plano de manejo florestal sustentável devidamente aprovado pelo órgão ambiental competente.

Art. 3º A Seção V do Capítulo I da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 16-A:

Art. 16-A. Sem prejuízo de outros requisitos previstos nesta Lei, toda madeira adquirida com recursos públicos deverá ser comprovadamente oriunda de plano de manejo florestal sustentável devidamente aprovado pelo órgão ambiental competente.

Parágrafo único. Aplica-se o disposto no caput a objetos fabricados total ou parcialmente em madeira.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

USP adota exigência de "micros verdes" em licitação

sexta-feira, 7 de novembro de 2008, 18h40- TI INside

A Universidade de São Paulo (USP) decidiu adotar uma medida pioneira na prevenção do problema do lixo eletrônico. Incorporou pela primeira vez num processo de licitação a compra de microcomputadores livres de chumbo e outros metais pesados, eficientes no uso de energia e feitos com componentes recicláveis.

Dessa forma, garantiu a compra de 2 mil ‘micros verdes’, como são apelidadas as máquinas fabricadas pela Itautec, empresa vencedora da concorrência. A comissão de sustentabilidade formada no Centro de Computação Eletrônica (CCE), setor da universidade responsável pela compra, tinha como idéia inicial exigir os itens, o que não pôde ser feito, porque para a realização de processo licitatório deve haver no mercado, no mínimo, três empresas que atendam aos requisitos. Como atualmente são poucas as que se enquadram nesse perfil, a consultoria jurídica da USP sugeriu que as características fossem solicitadas como ‘desejáveis’ para não tornar a disputa de compra inviável.

Mesmo assim, tiveram êxito. Quatro fabricantes participaram e o vencedor já possuía a linha de produção adaptada para fornecer os equipamentos ambientalmente sustentáveis. A Itautec segue desde 2007 a diretriz RoHS (Restriction of Hazardous Substances, restrição de substâncias perigosas), criada pelo Parlamento Europeu e em vigor desde janeiro de 2006 no mercado daquele continente. Ela restringe o uso de substâncias nocivas, como chumbo, mercúrio, cádmio, cromo hexavalente, além dos retardantes de chama bifenilo polibromado e éter difenil polibromado, em equipamentos eletro-eletrônicos.

Pra lá de sustentável

Nos computadores que serão entregues à USP, o chumbo será trocado por uma liga à base de estanho. A cadeia de bromo aplicada para evitar que o equipamento propague chama foi substituída por uma variação não tóxica eficiente para atingir esse objetivo. O cromo hexavalente (de combate à corrosão) deu lugar a uma liga bivalente, que não prejudica o meio ambiente, e o litium é o componente das baterias ao invés do tóxico cádmio. Além disso, desde parafusos até cabos e conectores são recicláveis.

O gerente de sustentabilidade da área industrial da Itautec, João Carlos Redondo, explicou que as mudanças adotadas pela empresa na fabricação dos micros incluem ainda maior eficiência energética dos produtos, com consumo 30% menor, sem perda de desempenho. “Muito pelo contrário, com os novos componentes as máquinas se tornaram mais duráveis e potentes”, informou. E não têm preço final maior. De acordo com o gerente, os R$ 2,4 milhões que serão pagos pela universidade correspondem a um valor competitivo de mercado, tanto que garantiu a vitória na licitação. “O fato de a USP ter incluído esse diferencial na licitação nos proporcionou o reconhecimento de que tomamos uma medida acertada ao mudar a nossa linha de produção. Ela foi pioneira nessa demanda, que ainda não tinha ocorrido”, afirma João Carlos.

A assinatura do contrato de compra dos computadores marca também o início de uso do “Selo Verde” pela USP, certificação própria para identificar as máquinas produzidas com material adequado ambientalmente. De acordo com a diretora do Centro de Computação Eletrônica (CCE), Tereza Cristina Melo de Brito Carvalho, o Selo Verde será colocado pela primeira vez nos novos computadores, programados para serem entregues ainda neste mês.

Também será aplicado em outros equipamentos, como impressoras e switches (usados na conexão de computadores em rede), conforme forem adquiridos com a nova configuração. A proposta abrange ainda o envio de grupos às empresas fabricantes para inspeção prévia, a fim de constatar o cumprimento do padrão ambiental e as certificações ISO 14001 (gestão ambiental) e 9001 (gestão de qualidade). As informações são da Agência Imprensa Oficial.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Construções sustentáveis e o certificado do setor

O artigo de Mônica Pinto (fonte: http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=41451) sobre construções sustentáveis publicado no Portal Ambiente Brasil é bastante interessante. Objetivo e direto no que se propõe a divulgar e esclarecer.
Reconheço que o tema Construção sustentável é novo e que demandará algum tempo para que a sociedade reconheça suas vantagens.
Atualmente, várias áreas da ciência estão preocupadas com os impactos ambientais causados pela ação "não racional" do homem. E a construção civil, considerada por muitos como uma das indústria que mais afeta o meio ambiente, sobretudo com relação aos resíduos produzidos, vem buscando alternativas e soluções para melhorar sua imagem. Engenheiros, arquitetos, empresas de construção civil e outros estão se especializando e obtendo certificações para as edificações construídas, de modo a torná-las ecologicamente corretas, por meio do uso racional dos recursos naturais.
E qual a vantagem que teremos, todos que somos os consumidores diretos? Essa é uma pergunta lógica que paira em nossa mente. Qual a vantagem? Qual o retorno? Vale a pena o investimento?
Bem, eu me concentro nas conversas e leituras destes últimos anos com especialistas e tento responder essa indagação. As construções sustentáveis, após sua conclusão, possuem um ganho para o consumidor no que se refere à economia de água e energia elétrica. Mas não é só isso. Existem ganhos indiretos. Li uma entrevista do Sr. Volker Hartkopf, titular do curso de arquitetura da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos. Segundo ele, "ao aumentar a ventilação nas áreas onde as pessoas circulam, a produtividade pode crescer até 15%. Nas escolas, a iluminação natural tem capacidade de aumentar em cerca de 30% a capacidade de aprendizado dos alunos." ( fonte http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/noticia/desenvolvimento/conteudo_231676.shtml).
O edifício da Academia de Ciências da Califórnia, no Golden Gate Park, na cidade de São Francisco, nos Estados Unidos, foi inaugurado no dia 27 de setembro e leva o selo LEED (Leadership in Energy and Environmental Design). Ele está sendo considerado o museu mais sustentável do mundo. Sua preocupação com a sustentabilidade vai desde os estacionamentos para bicicletas e postos para veículos recarregáveis, até as placas fotovoltaicas e o aquecimento por radiação nos pisos. Além da eficiência energética, a edificação conta com recursos para reduzir as emissões de gás carbônico e preservar ao máximo o ambiente natural da região.











sábado, 11 de outubro de 2008

Responsabilidade Social Empresarial

Diversas Organizações/empresas já se preocupam em focar sua produção em conformidade com a sociedade e o meio ambiente. Atualmente, fica evidente, a preocupação em temas como o desenvolvimento sustentável. Para tanto, são necessárias medidas tanto por parte do poder público como da iniciativa privada.
A Responsabilidade Social Empresarial (RSE) revela-se uma atividade inerente ao negócio e está se mostrando como um fator decisivo para o desenvolvimento e o crescimento das empresas. Atualmente pesquisas revelam a preferência dos consumidores em produtos e serviços de empresas que respeitam o meio ambiente e a sociedade.
A Volkswagen do Brasil - Indústria de Veículos Automotores Ltda., desenvolve, produz, monta e comercializa motores, automóveis, veículos comerciais e componentes para o mercado nacional e internacional.
Com base em seu Sistema de Gestão Ambiental e Política Ambiental, em conjunto com fornecedores e prestadores de serviços, a Volkswagem do Brasil promove a melhoria contínua de suas atividades, produtos e serviços. Essa é uma das formas que a empresa procura atender seus clientes (externos e internos) e agregar valor à empresa e seus acionistas.
A Política Ambiental de uma empresa deve ser uma declaração clara de suas preocupações com as questões ambientais, buscando minimizar os impactos no meio-ambiente e a relação de riscos decorrentes, de modo a garantir a qualidade de seus produtos e serviços. Para todos os efeitos, essa Política Ambiental deve ser entendida como preconizada na NBR ISO 14000.
A International Organization for Standardization (ISO) é uma organização não governamental sediada em Genebra, fundada em 23 de fevereiro de 1947 com o objetivo de ser o fórum internacional de normalização, atuando como entidade harmonizadora das diversas agências nacionais.
Conforme o artigo do Engenheiro Hugo González], Diretor da empresa de consultoria Calidad y Gestíon, com sede em Buenos Aires, Argentina - publicado no site www.xtrategus.com.br - os benefícios para uma organização na implantação de uma certificação são vários. Vejamos alguns benefícios em relação aos seus clientes, seus concorrentes, seus fornecedores, seus parceiros estratégicos.
“ - Melhora da imagem empresarial, resultante da soma do prestígio atual a consideração que lhe proporciona demonstrar que o cliente é sua principal preocupação.”
“ - Reforço da confiança entre os atuais e potenciais clientes, de acordo com a capacidade da empresa para entregar consistentemente os produtos e / ou serviços contratados.”
“- A abertura de novos mercados, em virtude de se alcançar especificações exigidas pelos grandes clientes, que estabelecem como condição, muitas vezes, ter um sistema de gestão de qualidade de acordo com a implantação e certificação ISO 9000.”
“- Melhora no posicionamento competitivo, expresso no aumento das receitas e de participação no mercado.”
“- Aumento da fidelização de clientes, através da reiteração de negócios e referencias ou recomendações da empresa.”
A ISO 14000 é o exemplo de certificação relacionada à gestão ambiental. Pensemos em otimização de aproveitamento de recursos naturais, redução de desperdícios, a redução de poluição gerada e a difusão de informações sobre preservação ambiental, entre outras.
Outra metodologia bem sucedida, que proporciona às Organizações um diferencial competitivo, é a "The Natural Step" - TNS. O TNS surgiu no final da década de 80, na Suécia como uma organização de consultoria e pesquisa internacional, voltada a gerar soluções, modelos e ferramentas desenhadas especialmente para acelerar a sustentabilidade global. A metodologia já foi aplicada em empresas como Multibrás, Banco Axial Participações, Instituto Escola do Banco Real, entre outras.
O TNS é uma metodologia elaborada com o propósito especifico de criar, proporcionar e estimular princípios para orientar a sustentabilidade e trabalha para melhorar o desempenho econômico sustentável por meio de uma maior dedicação a sustentabilidade social e ecológica por parte de todos agentes econômicos e não-econômicos.
Acredito estar evidente a importância da implantação estratégica do desenvolvimento sustentável por parte das Organizações/empresas, ou até mesmo nós consumidores em nosso dia-a-dia, em nossa residência, nosso trabalho, enfim em nossa vida.